quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

NOÇÕES ESPACIAIS: O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO E OS FUSOS HORÁRIOS



NOÇÕES ESPACIAIS: O MOVIMENTO DE ROTAÇÃO E OS FUSOS HORÁRIOS

O Movimento de Rotação
É o movimento que a Terra realiza em torno do eixo imaginário que passa pelos seus polos e tem a duração de 23 horas, 56 minutos e 4 segundos (aproximadamente 1 dia). Esse movimento ocorre no sentido anti-horário (de oeste para o leste) assim temos impressão de que são os astros (estrelas e lua) que se movem ao redor da Terra. O movimento de Rotação é também responsável pela sucessão dos dias e das noites. Durante o movimento de Rotação enquanto partes da superfície deixam de ser iluminadas, tornando-se noite nessas regiões, outras partes, antes noite, passam a receber os raios solares, tornando-se dia. 

OS FUSOS HORÁRIOS
As horas são diferentes de uma região do planeta para outra. Você sabe por que isso acontece? Essa diferença de horário, ocorre devido ao movimento de Rotação do planeta. Para regulamentar essas diferenças de horários entre as regiões do planeta, foi criado um sistema de fusos horários. 
Por meio dele os 360° (Graus) da esfera terrestre, foram divididos em 24 faixas ou fusos horários (uma faixa para cada hora do dia). Assim, cada fuso horário compreende uma faixa imaginária que se estende para 15 meridianos ou 15° de longitude (360° / 24 (fusos) = 15º), de um polo ao outro.
Todas as regiões situadas em um mesmo fuso possuem a mesma hora, que vai mudando a medida que passamos de um fuso ao outro. A medida que avançamos para o leste, as horas aumentam. E diminuem para o oeste. Por exemplo, se em Brasília for 15 horas, que horas será em Bogotá na Colômbia? Como precisaremos avançar 2 fusos para o oeste (redução de 2 horas), concluiremos que lá será 13 horas. Outro exemplo, que horas será em Londres, considerando o horário de Brasilia sendo 15 horas? Como iremos avançar 3 fusos para o leste (aumento de 3 horas), concluiremos que em Londres será 18 horas.
Uma outra informação importante, é que a contagem das horas em todo o planeta tem como referencia o horário de Greenwich. Assim, o fuso horário de Greenwich, também conhecido como fuso inicial ou de referencia abrange a faixa que vai do meridiano de Greenwich até 7° 30' para o leste e 7° 30' para o oeste. 
Muitos países fazem adaptações para ajustar o limites teóricos dos fusos horários as suas fronteiras, divisões politico-administrativas internas. Isso é feito para evitar que regiões muito povoadas em com intensas relações econômicas, sejam divididas por dois fusos ou que países de pequenas extensões territoriais possua mais de um horário.

Linha Internacional de Data / Linha Internacional de Mudança de Data

Trata-se de um limite que foi criado para estabelecer uma base comum para a mudança das datas no planeta. Esse limite foi estabelecido em uma das regiões menos povoadas do planeta, atravessando o Oceano Pacífico no meridiano de 180º (Antimeridiano de Greenwich). Cruzar essa linha implica uma mudança obrigatória na data do calendário. Se um avião cruzar essa linha no sentido leste-oeste passa-se um dia, deixa o lado leste na manhã do dia 03 (Segunda-feira) e chega no lado oeste na manhã do dia 04 (Terça-feira) Se a viagem for feita no sentido contrário, de oeste para o leste haverá diminuição de um dia.

Fusos Horários no Brasil

Devido a grande extensão territorial do Brasil, ele apresenta três fusos horários. Esses fusos horários possuem horas atrasadas em relação ao horário de Greenwich, pelo fato de o Brasil se localizar totalmente no hemisfério ocidental (oeste). 

Horário de Verão

Anualmente o governo Brasileiro adota o horário de verão. Geralmente entre os meses de outubro e Fevereiro. Pela legislação vigente, o horário de verão deverá começar as zero hora do terceiro domingo de outubro, e terminar a zero hora do terceiro domingo de fevereiro do mês seguinte. Caso coincida com o domingo de Carnaval. O horário de verão é prorrogado por mais uma semana. O horário de verão visa economizar energia elétrica durante o verão.

Revisão
1) O que é o movimento de Rotação?
É o movimento que a Terra realiza em torno do eixo imaginário que passa pelos seus polos e tem a duração de 23 horas, 56 minutos e 4 segundos (aproximadamente 1 dia).
2) O que são fusos horários?
Trata-se do sistema criado para regulamentar as diferenças de horário entre as regiões do planeta. 

3) A contagem das horas no mundo inteiro, é baseada em qual fuso horário? Pelo Fuso de Greenwich.
4) O que é a Linha Internacional de Data? Trata-se de um limite que foi criado para estabelecer uma base comum para a mudança das datas no planeta. 
5) Quantos fusos horários o Brasil apresenta? 3 Fusos.
6) Qual é o objetivo do horário de verão? 
Economizar energia elétrica durante o verão.

NOÇÕES ESPACIAIS: COORDENADAS GEOGRÁFICAS



Existem muitas formas de nos orientar e localizar no espaço. Mas, como localizar um determinado lugar na imensa superfície terrestre? Observe os dados a seguir: 
• A superfície terrestre possui aproximadamente 510.000.000 Km², essas terras estão distribuídas em seis continentes. Você se lembra quais são eles? São eles: América, Europa, África, Ásia, Oceania e Antártida. 
• Existem também, milhares de ilhas e cinco oceanos. Consegue lembrar quais são eles? Atlântico, Índico, Pacífico, Ártico e Antártico. 
Diante de tamanha imensidão da superfície terrestre, como saber a localização exata de uma cidade? Ou ainda, como encontrar uma ilha pequena e isolada na imensidão do oceano? 
Para facilitar na localização de qualquer ponto na superfície terrestre, foi criado um conjunto de linhas imaginárias, formadas por paralelos e meridianos. Essas linhas são traçadas sobre a representação da esfera terrestre, essas linhas possuem medidas que funcionam como “endereços” de qualquer lugar no planeta Terra. 
Coordenadas Geográficas: São um conjunto de linhas imaginárias formadas por paralelos e meridianos, que são traçadas sobre a representação do Globo terrestre. Elas possuem medidas, que auxiliam na localização de qualquer ponto na superfície terrestre. 
Paralelos: São circunferências imaginárias dispostas perpendicularmente ao eixo de rotação terrestre, a partir da linha do Equador (é o principal paralelo por circundar o planeta em sua porção mais larga, dividindo-o em dois hemisférios: Norte e Sul). Os principais paralelos são: 
O primeiro deles é o Círculo Polar Ártico (latitude 66° 33' N = 90º - 23º 27'). O paralelo conhecido como o Trópico de Câncer, é o trópico do hemisfério norte. É o paralelo que está situado ao norte do Equador, a uma latitude exata de 23°26'16". O Equador é o paralelo que divide a superfície da Terra em duas partes, conhecido como hemisfério norte e hemisfério sul. Portanto, sua latitude é exatamente a de 0º. O Trópico de Capricórnio é o paralelo situado à latitude de 23º 26' 16". É o que se situa mais ao sul.
Por último, temos o Círculo Polar Antártico, o paralelo de latitude 57° 90' 3" situado ao sul do Equador. 

Latitude: é a distância medida em graus de cada paralelo em relação a linha do Equador. A Latitude pode variar de 0° na linha do Equador, a 90° norte, no Polo Norte. E a 90° sul, no Polo Sul. 

Meridianos: são semicircunferências imaginárias traçadas de um polo ao outro da Terra, no sentido norte-sul. O meridiano de Greenwich equivale a 0° e divide a Terra em dois hemisférios: leste (oriental) ou oeste (ocidental). 
Longitude: é à distância em graus de cada meridiano, a partir de Greenwich. Essa distância pode variar de 0°(Greenwich) a 180° leste, no hemisfério oriental. E a 180° oeste, hemisfério ocidental.
É por meio desta rede de linhas imaginárias (paralelos e meridianos = coordenadas geográficas) que podemos encontrar a localização exata de qualquer ponto na superfície terrestre.
Revisão
1. O que são coordenadas geográficas? 
São um conjunto de linhas imaginárias formadas por paralelos e meridianos, que são traçadas sobre a representação do Globo terrestre. Elas possuem medidas, que auxiliam na localização de qualquer ponto na superfície terrestre.
2. Defina paralelos.
São circunferências imaginárias dispostas perpendicularmente ao eixo de rotação terrestre, a partir da linha do Equador ( é o principal paralelo pois circunda o planeta em sua porção mais larga, dividindo-o em dois hemisférios: Norte e Sul). Os principais paralelos são:
3. O que é latitude?
É a distância medida em graus de cada paralelo em relação a linha do Equador. A Latitude pode variar de 0° na linha do Equador, a 90° norte, no Polo Norte. E a 90° sul, no Polo Sul.
4. Defina meridianos.
São semicircunferências imaginárias traçadas de um polo ao outro da Terra, no sentido norte-sul. O meridiano de Greenwich equivale a 0° e divide a Terra em dois hemisférios: leste (oriental) ou oeste (ocidental).
5. O que é longitude?
É à distância em graus de cada meridiano, a partir de Greenwich. Essa distância pode variar de 0°(Greenwich) a 180° leste, no hemisfério oriental. E a 180° oeste, hemisfério ocidental.

domingo, 8 de novembro de 2015

NOÇÕES ESPACIAIS | COMO SE ORIENTAR E SE LOCALIZAR NO ESPAÇO GEOGRÁFICO

NOÇÕES ESPACIAIS | COMO SE ORIENTAR E SE LOCALIZAR NO ESPAÇO GEOGRÁFICO



Historicamente, o ser humano sempre teve necessidade de se localizar e de se orientar no espaço geográfico. Podemos citar três exemplos:
- Nossos ancestrais nômades que se deslocavam em busca de abrigo, alimentos e proteção.
- Ao longo do tempo sugiram novas necessidades, como traçar rotas de comércio, conduzir embarcações, localizar territórios vizinhos.
- Recentemente, existe a necessidade de se encontrar pontos turísticos, achar o melhor caminho até o trabalho, entregar produtos comprados pela internet, entre outras.

Perguntas para pensar
- Onde fica a sua casa?
- Como faço para chegar lá?
- Tem algum restaurante aqui por perto?

Nessas situações, em geral, utilizamos pontos de referência conhecidos para explicar a localização correta de cada lugar. Os pontos de referência são pontos que nos auxiliam na explicação de onde fica determinado lugar. Por exemplo, a minha fica casa em frente a escola tal. Para chegar na minha casa, você deve encontrar a praça do bairro e depois encontrar a escola tal.

Quando viajamos para lugares distantes, podemos encontrar a direção correta consultando mapas, que mostram as estradas, seguir a sinalização indicadas nas placas ao longo das estradas, ou até mesmo pedindo orientações a pessoas que conhecem o lugar.

No entanto, surge outra questão: e quando alguém diz: Gostaria de passar férias na Austrália, ou quem sabe no Japão!
Você onde fica a Austrália? Você sabe onde fica o Japão? Nesse caso você precisará consultar um mapa, um Atlas ou um Globo terrestre.

Como podemos nos orientar e nos localizar em qualquer lugar do espaço? Para isso é muito importante desenvolvermos noções espaciais, termos o domínio dos referenciais geográficos, de orientação e localização. E sabermos interpretar diferentes formas de representações cartográficas.

Revisão
- Por que o homem sempre teve a necessidade de se orientar e se localizar no espaço geográfico?
Resposta: Para encontrar alimentos, proteção, abrigo, rotas comerciais, fazer viagens, enfim para sobreviver.

- O que pode nos auxiliar na localização e orientação?
Resposta: Pontos de referência, Placas, Mapas, Globo terrestre e outros instrumentos de localização.

- O que é um ponto de referência?
Resposta: Os pontos de referência são pontos que nos auxiliam na explicação de onde fica um determinado lugar. Exemplo: Escolas, Prédios, Igrejas, Praças, etc.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Noções Espaciais - As Formas da Terra | Novo Canal de Geografia no Youtube

Amigos estou de volta aqui no Blog! Quero informa-lhes que tenho um novo canal de vídeo aulas e gostaria que vocês o acessassem. Se gostarem se inscrevam!  O vídeo abaixo tem o seguinte tema: Noções Espaciais - A Forma da Terra!

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Quando é o melhor momento para realizar as atividades diagnósticas?

Uma das expressões mais utilizadas no inicio do ano letivo é atividades diagnósticas. Porém surge uma pergunta: Quando é o melhor momento para realizar as atividades diagnósticas? Encontrei a resposta desta pergunta no blog Coordenadoras em ação. Leia na integra o texto de Helena Cristina Ruiz.
 
Depois do terceiro dia de aula, a Ana, uma professora de uma turma de 5 anos, na qual todas as crianças já haviam sido alunas da escola no ano anterior, veio bem preocupada conversar comigo. Ela me disse o seguinte:
 
“Leninha, estou bem preocupada com a turma deste ano. Eles são muito agitados e parece que não conhecem a rotina da escola. Pegam os jogos e brinquedos e não colocam de volta no lugar, não se concentram nas atividades, o tempo todo é um cutucando o outro. Nas atividades que propus, poucos estão escrevendo seu nome com autonomia. A escrita da maioria está na fase pré-silábica e até para fazer quantificação parece que é turma novata na escola. O que será que aconteceu? Antes do início das aulas, dei uma lida nos relatórios do ano anterior e os últimos diagnósticos de escrita e matemática são bem mais avançados do que estão demonstrando agora… Será que a professora ajudou nas atividades?”
 
A Ana é uma ótima professora, experiente nessa faixa etária e muito atenta às aprendizagens das crianças. Entretanto, todo começo de ano ela estranha muito!
Depois de alguns anos acompanhando o início de ano de diferentes professoras veteranas na escola, consigo dar uma explicação: elas começam o ano tendo em mente como era sua turma no final do ano anterior e, então, comparam a turma iniciante com aquela que saiu em dezembro. Só que são turmas muito diferentes, não é mesmo?
Ao longo dos meses, as crianças vão entrando no ritmo do professor, escrevem seu nome e participam de muitas atividades diariamente. Aí, chegam as férias, com uma rotina (ou falta dela!) bem diferente e, quando se inicia um novo ano letivo, elas têm colegas e professoras novos, mudam de sala e retornam querendo explorar tudo!
 
Diante disso, acredito que devemos considerar dois pontos:
 
1- Essas crianças precisam de um período de adaptação à rotina escolar e ao professor
Conversei com a Ana para que nas duas primeiras semanas de aula propusesse atividades mais voltadas à integração das crianças e à adaptação à rotina escolar e ao jeito do professor.
Para quem está de fora, é bem visível o jeito particular de cada professor encaminhar a gestão da turma. Há professor mais controlador e outros que dão mais autonomia para as crianças; uns lidam bem com certas transgressões (naturais em qualquer grupo) e outros exigem mais disciplina quando estão fazendo as atividades; uns querem os jogos e brinquedos organizados de determinada maneira e outros não se importam tanto. As pessoas são diferentes e o coordenador pedagógico precisa respeitar o jeito de cada um, desde que todos estejam fazendo uma gestão de sala considerando e respeitando as crianças também.
Sugeri, então, que a professora planejasse atividades variadas, tais como:
  • Arte: desenho coletivo no papel kraft; pintura na parede de azulejos; coleta de folhas e pauzinhos pelo pátio da escola para elaboração de uma montagem em duplas (land art);
fazer a massinha de modelagem (distribuindo 2 copinhos de café, ½ de sal, água e corante para cada criança) sentados em roda
  • Oralidade: colocar pistas dentro de uma caixa para as crianças descobrirem imagens de animais que foram colocadas dentro dela; ensinar um poema e propor que memorizem e recitem para a turminha de 2 e 3 anos que está em adaptação e na maior choradeira
  • Leitura: atividades de leitura do nome através de brincadeiras; leitura dos itens registrados na rotina do dia; leitura dos títulos das capas dos livros de histórias
  • Escrita: brincar de forca com os nomes das crianças; ditar as letras para escrever a brincadeira de movimento do dia; escrita de substantivos com letras móveis (em duplas). Todas as atividades são de escrita coletiva
  • Matemática: brincar de recitar os números enquanto esperam o horário de sair para o parque; fazer jogos ou brincadeiras no pátio na qual tenham que quantificar, como “Mamãe, posso ir?” (um líder determina quantos passos cada criança pode dar imitando um animal) eCircuitos” (subir a escada do escorregador, dar 5 passos grandes, contar até 20 com as mãos no muro e depois andar na mureta do tanque de areia contando até quanto for possível, por exemplo), brincar de pular corda contando até que número se consegue saltar
Certamente essas atividades permitirão que a turma se conheça, volte à rotina de uma maneira mais tranquila e aprendam a trabalhar coletivamente.
 
2- As atividades diagnósticas devem ocorrer apenas depois dessa readaptação
Tanto na turma de 4 anos como na de 5, sugeri as professoras que planejassem as atividades de diagnóstico dos saberes de cada criança apenas a partir da terceira semana de aula.
 
Tudo que deixamos de fazer por um determinado tempo precisa ser retomado aos poucos e isso também vale para os pequenos. Ora, eles ficaram quase dois meses sem a rotina de escrever seu nome na folha de atividades, sem ter que pensar em letras e números e estar com tantas crianças e regras de convivência. Agora, é preciso repertoriá-los para depois propor uma atividade que mostre o que cada um sabe de verdade. Vou tratar desse assunto com mais detalhes na próxima semana!
 
E voltando ao nosso caso inicial… Depois que conversei com a Ana e relembrei o início dos anos anteriores, ela concordou que estava esquecendo que eles são bem menores no começo do ano e que, de fato, sua mente estava na turma na turma do ano anterior.
E vocês, coordenadores, como planejam as duas primeiras semanas de aula?
 


terça-feira, 28 de janeiro de 2014

COMECE BEM 2014 VOLTA AS AULAS

Gostei muito do artigo publicado no site da Revista Nova Escola. Nos dá dicas de como começar bem o ano letivo de 2014. Segue o link da postagem: http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/50-ideias-2010-518585.shtml

VOLTA AS AULAS 2014

É com grande expectativa que começaremos nos próximos dias o ano letivo de 2014. Depois de aproveitar as férias retornaremos a escola. Nesta semana estarei publicando dicas de como trabalhar na primeira semana de aula. Que todos nós possamos ser bem sucedidos em mais um ano letivo.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

AQUECIMENTO GLOBAL UMA FARSA

Para aqueles que acreditam no aquecimento global, veja o que esse cientista tem a dizer sobre o assunto:

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